sábado, 16 de abril de 2011

5 "Defeitos" e 5 "Qualidades"

5 Defeitos:

1- Sou impaciente! Do tipo 8 ou 80, eu bem que estou tentando chegar no meio termo, mas está difícil... Um dia eu chego lá, rs!

2- Sou tímida, e por isso, às vezes sou rotulada como metida, antipática ou qualquer do tipo! 

3- Sou chatinha pra puxar assunto e não é qualquer coisa que me atrai;

4- Eu me isolo quando não estou legal ou quando tenho assuntos importantes para resolver, mas nem sempre as pessoas compreendem isso;

5- Eu SEMPRE tenho uma opinião sobre tudo, embora, nem sempre conto qual é, prefiro me preservar, pois tenho idéias nada convencionais e se tem uma coisa que não gosto, é polêmica, por isso, mantenho a boca fechada.

5 Qualidades:

1- Sou fiel aos meus princípios e valores. Procuro agir de acordo com o que acredito, ainda que isso possa me causar alguns inconvenientes;

2- Sou carinhosa, boba, melosa, etc. Mesmo que eu não demonstre muito ou o tempo todo, sou assim com quem me sinto à vontade, no geral, os mais íntimos. Quando gosto de alguém, visto a camisa, o defendo com unhas e dentes se preciso for, amo como um verdadeiro irmão e procuro deixar claro que estou disponível se precisar de mim;

3-  Não julgo aparências, rótulos e muito menos a partir do senso comum. Meus relacionamentos pessoais não comportam aparências. Se eu mantenho relações de amizade com alguém é porque sinto que vale a pena, aliás, sou muito de sentir, e se não sinto, não rola, pois não curto superficialidades.

4- Sou apaixonada e dedicada. Quando me envolvo em algum projeto, me entrego de corpo e alma, visto a camisa e só descanso quando o êxito é alcançado;
                                                                               
5- Modéstia parte, sou uma boa ouvinte, guardo segredo e sei agir com discrição. Também sou generosa e sincera, por isso, lhes direi o que penso e não o que gostariam que eu dissesse.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Agradecimentos!!!

Imagem do filme Amor além da vida.

Caros amigos,

Sou muito grata pelo gesto de carinho e solidariedade de todos. Seus sinceros sentimentos, foram definitivamente um bálsamo: vocês abrandaram todas as tristezas vividas nos últimos dias.

Isso me levou a refletir sobre como vocês têm sido importantes para mim. Graças a vocês, cuja delicadeza, a franqueza, o carinho, a alegria, a simplicidade, a atenção, a solidariedade e a sinceridade, ajudam-me a erguer os olhos para um novo horizonte, a buscar forças e seguir em frente.

Momentos difíceis sempre existirão, sendo necessário e bom ultrapassá-los, pois é deles que tiramos o que realmente é valoroso para cada um de nós... Fé, bondade, compaixão e amor ao próximo.

Muito obrigada a todos!



quarta-feira, 9 de março de 2011

Entre a "dor" e o "nada", o que você prefere?


Não quero defender as relações falidas e que só fazem mal, nem estou sugerindo que as pessoas insistam em sentimentos que não são correspondidos, em relacionamentos que não são recíprocos, mas quero reafirmar a minha crença sobre o quanto considero válida a coragem de recomeçar, ainda que seja a mesma relação; a coragem de continuar acreditando, sobretudo porque a dor faz parte do amor, da vida, de qualquer processo de crescimento e evolução.
Pelas queixas que tenho ouvido, pelas atitudes que tenho visto, pela quantidade de pessoas depressivas que perambulam ocas pelo mundo, parece que temos escolhido muito mais vezes o “nada” do que a “dor”.

Quando você se perguntar “do que adianta amar, tentar, entregar-se, dar o melhor de mim, se depois vem a dor da separação, do abandono, da ingratidão?”, pense nisso: então você prefere a segurança fria e vazia das relações rasas? Então você prefere a vida sem intensidade, os passos sem a busca, os dias sem um desejo de amor? Você prefere o nada, simplesmente para não doer?
Não quero dizer que a dor seja fácil, mas pelo amor de Deus, que me venha a dor impagável do aprendizado que é viver. Que me venha a dor inevitável à qual as tentativas nos remetem. Que me venha logo, sempre e intensa, a dor do amor...

Prefiro o escuro da noite a nunca ter me extasiado com o brilho da Lua...
Prefiro o frio da chuva a nunca ter sentido o cheiro de terra molhada...
Prefiro o recolhimento cinza e solitário do inverno a nunca ter me sentido inebriada pela magia acolhedora do outono, encantada pela alegria colorida da primavera e seduzida pelo calor provocante do verão...

E nesta exata medida, prefiro a tristeza da partida a nunca ter me esparramado num abraço...
Prefiro o amargo sabor do “não” a nunca ter tido coragem de sair da dúvida...
Prefiro o eco ensurdecedor da saudade a nunca ter provado o impacto de um beijo forte e apaixonado... daqueles que recolocam todos os nossos hormônios no lugar!

Prefiro a angústia do erro a nunca ter arriscado...
Prefiro a decepção da ingratidão a nunca ter aberto meu coração...
Prefiro o medo de não ter meu amor correspondido a nunca ter amado ensandecidamente.

Prefiro a certeza desesperadora da morte a nunca ter tido a audácia de viver com toda a minha alma, com todo o meu coração, com tudo o que me for possível...
Enfim, prefiro a dor, mil vezes a dor, do que o nada...

Não há – de fato – algo mais terrível e verdadeiramente doloroso do que a negação de todas as possibilidades que antecedem o “nada”.

E já que a dor é o preço que se paga pela chance espetacular de existir, desejo que você ouse, que você pare de se defender o tempo todo e ame, dê o seu melhor, faça tudo o que estiver ao seu alcance, e quando achar que não dá mais, que não pode mais, respire fundo e comece tudo outra vez...

Porque você pode desistir de um caminho que não seja bom, mas nunca de caminhar...
Pode desistir de uma maneira equivocada de agir, mas nunca de ser você mesmo...
Pode desistir de um jeito falido de se relacionar, mas nunca de abrir seu coração...

Portanto, que venha o silêncio visceral que deixa cicatrizes em meu peito depois das desilusões e dos desencontros... Mas que eu nunca, jamais deixe de acreditar que daqui a pouco, depois de refeita e ainda mais predisposta a acertar, vou viver de novo, vou doer de novo e sobretudo, vou amar mais uma vez... e não somente uma pessoa, mas tudo o que for digno de ser amado!

Fonte: artigo de Rosana Braga (http://www.rosanabraga.com.br)

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Dia 07 – Uma foto que te faz feliz

Essa é a imagem de um sonho antigo que me acompanha desde a infância... Fico muito feliz quando sonho com esta imagem, um dia irei à Holanda só para saber o que há lá pra mim! ;)
Foto: Google

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Dia 06 – Uma experiência inesquecível

Uma experiência inesquecível foi assinar a ATA da minha formatura, anos de estudo, desafios, superação, enfim, DESIGNER.

Foto: Acervo pessoal.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Dia 05 – Uma citação de alguém

Tem uma muito especial, li quando criança numa dessas revistinhas de horóscopo e nunca esqueci, é de um poeta romano chamado Píndaro.
Ninguém é tão grande que não possa aprender e nem tão pequeno que não possa ensinar.

Dia 04 – Seu livro favorito

Bem, depois de um longo tempo sem atualizar meu blog, aproveitarei o início do ano para finalizar as questões sobre mim... Dando continuidade, meu livro favorito é O amor é contagioso, de Patch Adams, o livro é lindo, muito me emocionou e fez refletir, principalmente por eu não acreditar muito em médicos (me fez mudar de opinião).

Sinopse

Patch Adams foi criticado oficialmente na escola de Medicina por sua "alegria excessiva" e recebeu o seguinte conselho de um professor: "Se quiser ser palhaço, vá para o circo". Na verdade, Patch queria ser palhaço. Mas também queria ser médico.
Ele conseguiu unir esses dois lados tão diferentes de sua personalidade e acabou sendo as duas coisas.
A incrível história de Patch, que inclui ter sido paciente e, mais tarde, médico de uma instituição mental, celebra o triunfo da busca interminável de um ideal.
Utilizando métodos nada convencionais e surpresas extravagantes para aplacar a ansiedade dos pacientes, Patch foi o pioneiro na idéia, considerada então "radical", de que os médicos devem tratar as pessoas, e não apenas as doenças.
Compaixão, envolvimento e empatia têm tanto valor para os médicos quanto os remédios e os avanços tecnológicos.